Todas as Publicações dos Clubes

CUIDANDO DO NOSSO ESPAÇO, PRESERVANDO NOSSO MEIO AMBIENTE

CUIDANDO DO NOSSO ESPAÇO, PRESERVANDO NOSSO MEIO AMBIENTE A Comissão de Meio Ambiente do nosso Rotary Club de Campo Mourão-Raio de Luz, representada pela companheira Cleire Matilde Arcain, esteve em ação junto ao Rubens, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, numa parceria que também contou com o apoio do nosso Marco Rotário. O objetivo foi cuidar com carinho do canteiro do nosso Marco Rotário — um espaço que simboliza o compromisso do Rotary com a comunidade e com o planeta. A manutenção e o cuidado com esse espaço já estão em andamento, com muito empenho e colaboração! Agradecemos à Secretaria do Meio Ambiente por caminhar conosco nessa iniciativa, que reforça nosso lema: servir para transformar vidas.

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Rotary Club de Terra Rica doa 1.000 mudas ao Viveiro Municipal

O Rotary Club de Terra Rica realizou, na tarde da última quinta-feira (7), a doação de 1.000 mudas nativas e frutíferas ao Viveiro Municipal de Terra Rica, em uma ação voltada à preservação ambiental e ao fortalecimento da sustentabilidade no município. A entrega contou com a presença dos senhores Edson e Pedro, representantes locais que acompanham o trabalho do viveiro, além de membros do clube de serviço, que participaram ativamente da iniciativa. As mudas doadas serão destinadas a ações de reflorestamento, arborização urbana e projetos de educação ambiental, contribuindo para a conservação dos recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida da população. De acordo com o presidente do clube, Eduardo Xavier, a ação reforça o compromisso do Rotary com a comunidade. “Estamos atentos às necessidades do nosso município e comprometidos com ações que promovam impacto social e ambiental positivo. Essa doação é uma das formas que encontramos de contribuir com o futuro de Terra Rica”, destacou. O clube também pretende realizar, ao longo do ano, outras atividades voltadas ao meio ambiente, como palestras educativas, campanhas de conscientização e ações de plantio em diferentes áreas do município.   Unidos para fazer o bem.

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2ª edição do nosso projeto CAFÉ SOLIDÁRIO no ano rotário 2025-26

No dia 07/08/2025 tivemos a 2ª edição do nosso projeto CAFÉ SOLIDÁRIO no ano rotário 2025-26! O Café Solidário é uma iniciativa que tem como objetivo oferecer um ambiente acolhedor e humanizado aos pacientes e seus familiares atendidos na Clínica de Oncologia da Santa Casa de Campo Mourão/PR. Muitos desses pacientes vêm de diversas cidades da região da COMCAM e, frequentemente, chegam à clínica sem ter se alimentado, enfrentando longos períodos de espera para a realização de exames e tratamentos médicos. É servido um café da manhã simples, porém preparado com muito carinho, contendo café preto, café com leite, sucos, bolachas e lanches, contribuindo para o bem-estar e conforto daqueles que enfrentam momentos delicados em sua jornada de saúde. Também levamos alegria através da música! Nós do Rotary Club de Campo Mourão-Gralha Azul, sob a mensagem presidencial “Unidos para Fazer o bem” reforçamos, por meio do nosso Presidente Tiago Luquetta que o clube sempre estará engajado para ações e eventos que visem fazer o bem! #RotaryGralhaAzul #UnidosParaFazerOBem #pessoasemação #Rotaryclubdecampomourãogralhaazul #rotaryclub #Distrito4630 Empresas Cidadãs:Agro Cidadão Fazenda Santa IzabelAgro Cidadão Fazenda PrimaveraClínica MD Vida @clinicamdvidacampomouraoDH Engenharia @dhen.genharia Laboratório São Lucas @laboratoriosaolucascampomourao Mourão Ambiental @mouraoambiental Renome Contabilidade @renomecontabilidade Sinapse Industrial @sinapse.industrial Rotary Club de Campo Mourão-Gralha Azul

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Rotaractiana fala da sua experiência no Global Shaper Annual Summit

No Brasil, 25 jovens – quatro deles da Região Sul, foram selecionados no ano passado para participar do Global Shaper Annual Summit 2024, evento realizado e custeado pelo Fórum Econômico Mundial, que reuniu mais de 500 jovens líderes de 20 a 30 anos, de 250 países, em julho, em Genebra, na Suíça. Heloísa Paula Furlani Depiné, 29 anos, associada do Rotaract Club de Maringá-Cidade Ecológica, foi uma das lideranças selecionadas. Ela vem apresentando, em alguns Rotary Clubs do Distrito 4630, sua participação no Global Shaper e o que realizou de atividades e projetos após esta experiência, como parte da conclusão do processo do qual participou. O evento discute soluções para desafios globais, com o objetivo de fortalecer a atuação da comunidade Global Shapers, para que possa aplicar o aprendizado adquirido em seu país, por exemplo. Focado em capacitar jovens líderes para gerar impacto positivo em suas comunidades, o evento coloca os participantes ativamente nas discussões, buscando soluções e aprendizados para aplicar em suas comunidades. Genebra abriga importantes organizações internacionais. “Tive a oportunidade de visitar a sede da ONU e da Organização Internacional do Trabalho. Vale destacar sobre esta minha experiência, de que o Global Shaper não tem viés político, religioso, a ideia é ser capacitado para dialogar sobre os problemas do mundo”, explica a rotaractiana. Esta foi a primeira vez que saiu do país. “Ver-me como alguém capaz de dar este passo, de me conectar com pessoas do mundo inteiro, foi enriquecedor. Voltei com mais segurança naquilo que faço. Abri a minha consultoria de Recursos Humanos, pois esse evento me deu a confiança e o conhecimento para eu dar este passo. A nível social e comunitário, de forma mais assertiva, ouço a comunidade sobre o que ela precisa e como atuar. Às vezes a gente tem a solução do problema, mas não é o que a comunidade realmente precisa”, reflete Heloísa. Rotary – Embora o evento não tenha relação com o Rotary, a vivência rotária foi determinante para a escolha de Heloísa. “No processo de inscrição precisava validar a nossa experiência com trabalhos voluntários, causas humanitárias e a bagagem rotária contribuiu para a minha escolha”, relata. Além disso, a jovem precisou levantar uma reserva financeira. “Em maio recebi a notícia da aprovação e o evento começava em 08 de julho. Embora totalmente custeado pelo Fórum Econômico, a gente precisa ter um valor mínimo em dinheiro, que na época era em torno de R$ 6 mil, para situações de emergência, por exemplo. Eu fiz rifas e as vendi para vários rotarianos, conseguindo levantar boa parte desta quantia”.

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